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Exoesqueleto usado na abertura entra pra história dos Mundias(Foto:Reprodução de TV) |
A exibição científica faz parte do novo projeto Walk, um consórcio formado por centenas de pessoas de universidades e institutos de pesquisa em todo o mundo, sob a direção do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Dr. Nicolelis coordena cientistas e especialistas de 25 nacionalidades de todos os continentes. O objetivo do projeto é desenvolver uma tecnologia cérebro-máquina interface que permite que as pessoas com mobilidade reduzida, como um paraplégico voltar a andar usando a mente para controlar um dispositivo fora do corpo. O dispositivo referido como um exoesqueleto, substitui o funcionamento dos membros inferiores.
Segundo o Dr. Nicolelis, este é apenas o ponto de partida de um futuro em que paralisou as pessoas serão capazes de abandonar suas cadeiras de rodas e - literalmente - ser capaz de andar novamente. O projeto está sendo financiado pela Finep de Inovação e Pesquisa, uma empresa de propriedade do governo brasileiro no âmbito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a um custo de aproximadamente R$ 33 milhões.
Os testes foram terminados em maio, cumprindo, assim, todos os objetivos científicos, clínicos e tecnológicos desta etapa do projeto. Os resultados serão apresentados à comunidade científica através de publicações em revistas científicas nos meses vindouros.
No Brasil, a implementação do Projeto de andar novamente está sob a liderança do Instituto de Neurociência Safra Internacional Edmond e Lily de Natal (IINN-ELS), em um laboratório na capital São Paulo, onde a equipe do Dr. Nicolelis está trabalhando no desenvolvimento de um novo forma de reabilitação neurológica e também sobre o exoesqueleto.
Tirando este momento histórico a Cerimônia de Abertura não teve qualquer, momento de emoção segundo as pessoas que acompanharam na tv e publicaram nas redes sociais, a abertura parecia um "ensaio valendo" e não foi nada perto por exemplo da cerimônia de 2010 na África do Sul.
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