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segunda-feira, junho 09, 2014

Pezão e Ministros inauguram Centro Aberto de Mídia carioca

Ministros inauguraram CAM-RJ às vésperas
do início da Copa(Foto: Bruno Avilla)
Foi em grande estilo que o Centro Aberto de Mídia (CAM) fez a sua inauguração nesta segunda-feira (9), ao apresentar aos jornalistas seu novo espaço e completar com uma coletiva com o Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, o Ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom), Thomas Traumann e a Ministra da Cultura, Marta Suplicy.

Homenageando o jornalista João Saldanha, o CAM teve já no seu primeiro dia uma superlotação que desagradou até o Ministro Aldo Rebelo.

- A ideia era oferecer o máximo em conforto, comodidade, mas pelo visto aqui ainda não conseguimos alcançar nosso objetivo, mas vamos melhorar. A ideia é acolher a todos com que pudermos oferecer do melhor do país.

Traumann preferiu tecer muitos elogios ao espaço e não fazer coro com o ministro.
Segundo Traumann, é a primeira vez que um país-sede disponibiliza uma estação de trabalho para jornalistas não credenciados para o evento.

- Nossa relação com o futebol é uma relação de paixão. Esta é a primeira experiência feita para jornalistas que não são esportivos. As condições dadas são as melhores que a de outros eventos, e esperamos que esta seja a melhor Copa que vocês já participaram."



Mesmo com tradução simultânea, nem todas
as perguntas foram entendidas(Foto: Bruno Avilla)
Aldo Rebelo, a cada resposta mostrava seus conhecimentos futebolísticos, para ele, o futebol é muito mais que um esporte no País, e os jornalistas perceberão isso.

- Quando falamos que aqui vamos ter a Copa das Copas, não é uma pretensão tola. O Brasil é o único País a participar de todas as Copas. Único a ter ganho cinco vezes a competição. No Brasil, o futebol se tornou mais que um esporte, se tornou um elemento da identidade do povo brasileiro."


A Ministra Martha Suplicy pouco participou da coletiva que insistia em questionar sobre segurança, transporte e protestos, mas quando falou mostrou um Brasil fiel as suas raízes.

 - O que somos tem a ver com as contribuições de todos os povos que estamos recebendo em casa, mas especialmente com a nossa raiz africana. O DNA brasileiro é difícil de decodificar, mas a maioria da população se autodeclara negra, e é.", disse a ministra.

- O Brasil não é a África, mas se você perguntar ao brasileiro o que ele mais gosta de comer, tem raiz africana. O que ele gosta de dançar, tem raiz africana. O que ele gosta de cantar, tem raiz africana. Isso é válido para um pessoa loura, uma de traços orientais, ou de outras etnias: somos todos brasileiros! Desse caldeirão, tão difícil de identificar, nasce a exuberância cultural brasileira, completou a ministra.