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domingo, abril 27, 2014

No grito, na raça e na bola: Unilever é eneacampeão da Superliga

O melhor fundamento da Unilever na partida deste
domingo foi o bloqueio(Foto: Marcio Rodrigues/MPIX)
Em um Maracanãzinho lotado com um linda festa da torcida Carioca, era de se esperar um excelente jogo, ele começou avassalador para o time da Unilever que começou muito bem fazendo 4 pontos consecutivos três deles em bloqueio, após um parada técnica do time do Sesi que começou atrás, mas foi se recuperando aos poucos.
 O time paulista quando pontuava comemorava, mas passou o 1º set sempre atrás e não foi páreo ao time carioca que no final venceu por 21 x 11.

No intervalo uma grande homenagem ao time medalha de prata de 1984 nas Olímpiadas de Los Angeles onde também integrou o técnico da Unilever, Bernardinho.

O segundo set continuou como terminou o primeiro e o time carioca sempre muito empurrado pela torcida voltou abrindo uma boa vantagem, nos primeiros 5 minutos já estava uma vitória carioca por 7 x 4, mas o técnico do time paulista  pediu tempo e as meninas voltaram melhor,  ainda assim não conseguiam neutralizar as jogadoras da Unilever em especial Valeskinha e Mihjailovic que a todo momento pontuavam. A torcida cantou para Fofão e ela retribuiu com um belo ace.
O time paulista encostou no placar, mas no decorrer do set as comandadas de Bernardinho sempre aumentavam a diferença e se mantinham na frente, assim seguiu até a Unilever fechar o 2º set por 21x12.

No 3º set o time da Unilever voltou irreconhecível e em 3 minutos de jogo perdia por 7 x 1, Bernardinho pediu tempo técnico, porém não adiantou o Sesi seguiu na frente com ampla vantagem, mostrando que queria buscar uma virada histórica, o saque do Sesi passou a incomodar a recepção do Unilever e o bloqueio do time paulista apareceu. Com propriedade, Dani Lins e cia. foram abrindo vantagem e fecharam sem maiores problemas por 13x21, mesmo após a equipe carioca ter voltado para o jogo.
 
Veio o quarto set e mais uma vez o Unilever Vôlei mostrou que estava em quadra para levar o título. Voltou a mandar na partida e, apesar de um maior equilíbrio do que nas demais parciais, fechou a partida em 21x16.

Apesar de representarem o maior campeão da história da Superliga, as jogadoras e o técnico Bernardinho reconheceram seus erros ao longo da temporada e os utilizaram para crescer no momento certo. Além disso, ressaltaram que ninguém deixou de acreditar na possibilidade de o troféu de campeão parar mais uma vez no Rio de Janeiro.

Reconhecemos nossas limitações e trabalhamos muito para superá-las. Fomos um time antes de qualquer coisa. Temos grandes jogadoras, mas elas só se sobressaem quando todo o time funciona. Foi uma temporada de retorno, de superação - disse Bernardinho.