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sexta-feira, abril 11, 2014

Unilever Vôlei conta com Fofão para chegar à final da Superliga

A campeã olímpica espera mais um título
(Foto: Fernanda Maia/MPIX)
Apenas uma vitória separa o Unilever Vôlei de mais uma final de Superliga. Neste sábado, às 10h, diante do Vôlei Amil, no Maracanãzinho, o time carioca poderá atingir a décima final seguida na competição. No entanto, apesar da vantagem adquirida fora de casa, ninguém na equipe comandada por Bernardinho crê em facilidade. Apesar da torcida à favor, sabem da força do adversário e mantém o foco no trabalho duro.
 
Um dos destaques da vitória no primeiro confronto da semifinal, Fofão sabe que foi importante para o time. Experiente, a levantadora, campeã olímpica em 2008, chama para si a responsabilidade e espera reger suas companheiras em mais uma grande apresentação.
 
“Senti uma emoção muito grande após nossa vitória no primeiro jogo contra o Vôlei Amil. Me preparei demais para esse momento e fiquei muito feliz que as coisas acontecessem da maneira como aconteceram. Consegui ajudar o time e não senti dores. Tenho consciência da minha responsabilidade, da importância que tenho para dar segurança à equipe. Às vezes as jogadoras precisam de alguém para se apoiar e sinto que minhas companheiras confiam em mim, no meu trabalho. Espero ajudar novamente o time a ter coragem para jogar, para enfrentar as dificuldades que uma partida como essa apresenta”, afirmou Fofão.
 
Mesmo ciente que terá sua maestra bastante motivada, Bernardinho lembrou que é preciso ter mais concentração para conseguir vencer o Vôlei Amil mais uma vez e o quanto o primeiro jogo foi equilibrado.
 
“Não podemos relaxar. Vencemos o primeiro jogo das semifinais, mas foi um jogo duro. Os dois primeiros sets poderiam ter tido outro resultado e não podemos esquecer disso. Levamos, mas elas poderiam ter vencido uma ou as duas parciais. Esses dias foram de muito trabalho para todos nós e temos que entrar confiantes para sermos consistentes como fomos em Campinas”, analisou o treinador.
 
Apesar da pouca idade, Gabi mostrou que é disciplinada não só dentro da quadra. Sabe ouvir e aprender os ensinamentos das mais experientes, como Fofão, e do comandante Bernardinho.
 
“Sem dúvida será um jogo mais difícil do que foi em Campinas. Lá já foi apertado, decidido em detalhes. Aqui, elas virão para o tudo ou nada. Temos a chance de fechar a série diante da nossa torcida e, sem dúvida, isso trará uma pressão. Mas estamos trabalhando muito para corresponder às expectativas dos nossos fãs. Estamos nos dedicando bastante para fazer outro bom jogo e conseguir a vaga para a final”, disse Gabi, que espera continuar sendo caçada pelo saque adversário.
 
“Me preparei muito, há bastante tempo para essa fase final. Sei o quanto é importante a regularidade do nosso passe para a equipe e já esperava ser caçada como fui no primeiro jogo. Se acontecer novamente, estarei preparada. A cada dia trabalho mais para dar minha contribuição para a equipe”, finalizou.
 
Ingressos
A partir de 7h, a bilheteria 2 (Rua Eurico Rabelo) estará aberta para atender os torcedores. Os ingressos custam R$ 20 (arquibancadas) e R$ 40 (cadeiras). Estudantes, professores e pessoas com idade entre 60 e 65 anos pagam meia-entrada. Menores de 12 anos e maiores de 65 entram gratuitamente.